segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Uma gostosa troca de afetos e saberes

A FLIM 2016 foi marcada pela intensa identificação dos madalenenses com a pessoa e a obra do autor homenageado. Formada por imigrantes de diversos países e habitada por famílias que ainda hoje vêem seus filhos migrarem para outras paragens do Brasil, Santa Maria Madalena se reconheceu no universo de Antônio Torres, o romancista e contista que transporta para a literatura e carrega consigo, como um fardo e um tesouro, as memórias do sertão baiano em que nasceu. Se os escritores mostram sua alma nos livros que escrevem, Santa Maria Madalena mostrou sua alma na FLIM. Veja aqui como foi.



As sanfonas estão presentes na obra de Torres e no cotidiano de Madalena
Os jovens do distrito de Manoel de Moraes, na área rural madalenense, emocionaram o público e Antônio Torres ao contar em forma de jogral um dos contos do  homenageado


A cidade se enfeitou e coloriu com a escrita de Antônio Torres








A afetividade e o prazer dos encontros e reencontros deram a tônica da festa










Momentos de sonho e fantasia para os grandes e os pequenos















 Táxi que inspirou um livro de Torres também inspirou pessoal da Pestalozzi

Contações de histórias propiciaram agradáveis encontros ao ar livre


Até o meio da rua é bom lugar para falar de livros, memórias e histórias

Leitura de contos na praça


A contação de histórias sobre bichos (gatos, cães, vacas e passarinhos foram o assunto) atraiu até o cachorrinho vadio

Saberes e fazeres foram compartilhados em oficinas, palestras e lançamentos 






O espaço das artes visuais










A graça e o prazer da dança 





Feira de livros e artesanato 







Pausa para a concentração



 A música brasileira aqueceu a noite serrana




Em 2017, a VIII FLIM espera por você!



Crédito das fotos: Elma Enne, Gilma Costa, Lina Ponce, Nestor Lopes, Romildo Guerrante, T.Costa


Saiba mais sobre a FLIM 2016 no Relatório Anual da Festa